Dessa vez elas falam por elas.
Por Marcia Batista, fazedora de livros e bruxa anarco-feminista nas horas vagas. É claro!.
De maneira bem simplista, pode-se dizer que a mulher Amélia era criada para servir aos homens de sua vida: ao pai, ao irmão, ao marido, aos filhos. Depois de queimar muito sutiã, a mulher passou de serva dos homens a escrava das aparências.
Tornou-se um belo produto disponível no mercado. As inteligentes se vendem pelo Q.I., as bonitas apostam no corpão.
Mas a relação não se limita a isso, evidentemente. As mulheres batalharam e conquistaram espaço na sociedade. São profissionais, esposas, amantes, mães, ativistas, conselheiras, pagam as contas pro marido, fazem topless na praia. Hoje, mulheres e homens agem de igual pra igual quando se deparam com questões como divórcio, traição, ciúmes e solidão. Curtir a vida adoidado? Transar sem compromisso? Beber com os amigos? Direitos de todos.
As mulheres querem ser cada vez mais parecidas com os homens. Mas a verdade é que a sociedade é que está a cada dia que passa mais individualista. Não falta homem ou mulher no mercado. Falta comunicação.
Antigamente, era fácil distinguir as mulheres “pra casar”. Muitos amigos meus confessam que é difícil num primeiro ou num segundo encontro separar o joio do trigo. Isso por que houve um nivelamento por baixo nos relacionamentos. É tudo muito fácil e rápido. As garotas, por sua vez, afirmam que o nível baixou por causa da concorrência desleal. Elas transam sim logo nos primeiros encontros porque se não o fizerem o cara parte pra outra num piscar de olhos.
Continue Reading »